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22 de jul de 2011

"Crack" o mal do século, um inimigo real e constante que ronda nossas famílias...



"CRIANÇAS, HOMENS E MULHERES DIVIDEM A DROGA DA MORTE EM PLENA RUA DAS GRANDES CAPITAIS DO BRASIL".





"SUGAM A PRÓPRIA MORTE POR  UM PRAZER MOMENTÂNEO E FATAL ..."



Passamos hoje por uma situação alarmante, o uso do "crack" umas das drogas mais perigosas do mundo estar literalmente em todas as classes sociais, a pirâmide social tem seu alicerce comprometido, pobres e ricos mergulhados na angústia da possibilidade de ter um dependente químico dessa droga em seus lares.

Muitas das autoridades constituídas no surgimento da mesma achavam que essa droga nunca sairia do convívio dos mendigos, dos desafortunados, dos miseráveis, seria uma droga inofensiva, agora todos nós pagamos um preço muito alto por essa visão equivocada.

Hoje ha um verdadeiro levante no combate, que como todos sabem, muito tardio por parte das autoridades, visto que, já passou a ser considerada uma epidemia, muitos de nossos jovens crianças e adultos perambulam pelas ruas dos grandes centros como zumbis vitimados por essa miséria chamada "CRACK".

Os fatos criminosos as conseqüências horripilantes na área social e familiar e o sortilégio causado ao usuário do crack comprovam que essa droga sem sombras de dúvidas é mais perigosa do que todas as outras juntas.

E como um jogo onde o maior perdedor somos nós sociedade, dar-se os lamentos:  De um lado os "GOVERNANTES" que culpam a família por falharem na educação de seus filhos,  do outro a "FAMÍLIA" que imploram por socorro na luta sem fim  com seus filhos já estremecidos por esse mal.

A Família pode ter errado em algum momento na educação de seus filhos mais acredito que o GOVERNO pecou mais ainda por não ter condições de combater o acesso tão fácil da população ao "CRACK".


E agora quem poderá socorrer esse povo?
Mortos vivos  cidadãos esquecidos, velhos eleitores que outrora valiam muito em tempos de políticas, hoje são apenas uma página triste de nossa história que ninguém deseja folhear.

Gente como a gente,
E nessa selva de pedra indigestas são essa gente a qualquer governo,
Governos que juram de mãos postas que esses filhos não são seus.



Tenho dito,



Beto Nazário

2 comentários:

POEMAS DE BETO NAZÁRIO (VIVA, MIL VEZES VIVAM)

Um viva aqueles
que indigestos são seus nomes
a mesa de quem nos governam
um viva aqueles sem nome
um viva aqueles que mesmo farto
morrem de fome.

Fome de justiça,
fome de quem não come,
fome do homem
fome da mulher
Fome mesmo daqueles que não quer.

Dos que fingem estar morto,
torto...
mais torto de desgosto
um viva aqueles
um viva literalmente pra eles.

Mais quando expressar-se "VIVA...",
digamos um viva aos mortos
e aos vivos.
pois dos mortos,
tiramos o néctar da flor,
sim aquela flor do amor
QUE MESMO FRÁGIL,
suporta o mal,
e sacoleja o mundo.

E quando abalados pelos caprichos,
que ousam bater em nossas portas.
gritamos viva aos desalentos,
gritamos viva ao descontentamento,
que diante do vento,
visto que certamente
mudará o caprichoso tempo,
e ecoará mais uma vez o NOSSO VIVA.
VIVA...
MIL VEZES VIVAM...


Beto Nazário.

POR ONDE ANDA MEU PÁSSARO

Hoje enquanto dormia
sonhava
que de passos leves caminhava
quando de longe
um grande pássaro
me acompanhava.

E nas batidas de suas asas
simbolizavam
ilusões e angústias
maquiavelicamente incomodava.

Como sem nada
esse pássaro
derrepentemente
volta-se ao sol
e um açoite
ecoa no ar.

O encarnado passou a desbotar
os homens com telhados de vidros
com famintos interesses
negam-se a amar
negam-se a compartilhar.

E nas batidas das asas
do grande pássaro
me vi leve e confuso
através do seu voar
que mesmo junto
no arco-íris,
daltônico...
tive que me acostumar
é solitário o caminhar.

Vai amigo pássaro
e voa para bem longe
e quem sabe um dia
um dia quem sabe
poderemos nos encontrar.

E nas batidas de tuas asas
torna-ciei forte
o velho encarnado
como o azul do MAR.

"E TODOS OS ESTILINGUES VIRARAM SUTIS VIDRAÇAS."




Beto Nazário.

MULHER NORDESTINA HEROÍNA DESDE MENINA

Mulher

A Mulher Nordestina
heroína desde menina
apregada a mainha
como quem não quer nada
abnegada,
aprende a lidar
lidar com a vida,
com a vida lidar.

No entardecer do dia
bem mais tarde do que podia
aniquilada, mais não menos forte
à sorte fica a indagar
se um dia antes de morrer
como uma criança
vai poder brincar.

Nasce já como adulta
criada na labuta
o labor..é seu maior amor

Desperta muito cedim
cantando como um passarim
olê mulher rendeira
olê mulher rendar,
será que um dia
antes de morrer
como uma criança
vou poder brincar?

A mulher Nordestina
é mesmo uma heroína
desde de menina.

Nasce como uma planta
morre como uma flor
sem pétalas, sem rimas
dar seus frutos ao mundo
mais não desatina.

A Mulher Nordestina
desde de menina
é incansávelmente
uma verdadeira heroína...

Beto NazÁrio