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2 de abr de 2012

Polícia Militar (4ºBPM Zona Norte, Natal/RN), Trabalho e dedicação contra o crime.


01/04/2012

POLICIAIS MILITARES FRUSTAM TENTATIVA DE ASSALTO NA ZONA NORTE

POLICIAIS MILITARES FRUSTAM TENTATIVA DE ASSALTO NA ZONA NORTE
    Policiais do 4º Batalhão da Polícia Militar, na zona Norte, abortaram uma tentativa de assalto contra pelo menos oito pessoas que estavam numa parada de ônibus próxima à Avenida Dr. João Medeiros Filho, na altura do Conjunto Alvorada. A investida dos dois assaltantes ocorreu no início da manhã deste domingo (1), por volta das 5h30min. Gilberto Pires de Medeiros, de 55 anos, conduzia um veículo modelo Gol (placas Natal - MZJ 0531) e Marcelo Roberto da Silva, de 28 anos, seguia no banco do carona.
   Ao notarem a presença das pessoas no ponto de ônibus, Gilberto parou o carro e Marcelo desceu anunciando o assalto. Ele pedia para que as mulheres e os homens jogassem os celulares, dinheiro e carteiras no chão e não se movessem. A dupla não esperava, entretanto, que os policiais da viatura 422 - Gramoré, percebessem a investida. De acordo com o soldado Freitas, a viatura entrou na avenida onde os marginais tentavam roubar os cidadãos no momento em que Marcelo sacou a arma da cintura.
   "Nós paramos a viatura, descemos e eles não perceberam. Somente quando apontamos nossas armas para eles foi que eles notaram que eram policiais", relatou o soldado Freitas. O bandido que estava fora do veículo atirou contra os policiais enquanto entrava no carro para fugir. Durante a perseguição, os militares atiraram contra o veículo e Marcelo acabou sendo atingido. Gilberto, o motorista, abriu a porta do lado do passageiro e empurrou o comparsa para fora do veículo. Marcelo caiu na avenida enquanto os policiais perseguiam Gilberto. Um deles, porém, desceu da viatura para custodiar o baleado e impedir sua fuga.
    A perseguição acabou numa rua sem saída, na qual os policiais encurralaram Gilberto. Ele também foi atingido por um disparo na coxa direita. Na lataria e no vidro traseiro do lado do motorista, as marcas de tiro ainda são visíveis. No banco ocupado por Marcelo, ficaram nódoas de sangue. Marcelo foi socorrido por uma ambulância do Samu e conduzido ao Hospital Santa Catarina. Gilberto foi encaminhado para a Delegacia de Plantão da Zona Norte para ser autuado em flagrante.
     Tanto ele quanto Marcelo, respondem a processos por tráfico de drogas e assaltos à mão armada. Ambos cumpriam pena no regime semiaberto do Complexo Penal Dr. João Chaves e os policiais suspeitam que eles cometeram o crime após terem deixado a unidade prisional no início da manhã de hoje. Na delegacia, Gilberto negou qualquer envolvimento com atividades ilícitas. "Eu assumo que sou usuário de crack. Eu ia comprar a droga e os policiais estão dizendo que eu ia cometer um assalto. Eu sou dono de um frigorífico na Redinha e nunca pratiquei ato ilícito", defendeu-se.
     A ficha criminal dele, porém, prova o contrário. Ele tem várias passagens pela Polícia e foi sentenciado por tráfico de drogas. Além disso, a Polícia Civil investiga sua participação em uma quadrilha de assaltantes. Já Marcelo, que cumpre pena por assalto à mão armada e tráfico, foi indiciado a cumprir pena até o dia 17 de janeiro de 2019. Os policiais que realizaram a captura dos bandidos, Sds. Câmara, Freitas e o comandante da viatura, Sd. Almeida, suspeitam que Marcelo tenha roubado a arma de um policial militar que estava ontem à noite à paisana na área de lazer próxima ao Supermercado Nordestão do Conjunto Santa Catarina.
        Os policiais apreenderam com Marcelo Roberto da Silva um revólver marca Taurus de seis tiros calibre 38, com três balas usadas, duas intactas e uma que "bateu catolé" (não disparou). Além disso, dentro da carteira do assaltante, os policiais visualizaram a Guia de Execução Criminal de Marcelo, que detalhava seus crimes e o tempo de pena por cada um deles. Em 2006, ele foi sentenciado por assalto à mão armada, dois anos depois pelo mesmo crime e, em 2009, por uma fuga. Foi encontrada, ainda, em poder de Marcelo, uma pedra de crack.

FONTE: TRIBUNA DO NORTE

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POEMAS DE BETO NAZÁRIO (VIVA, MIL VEZES VIVAM)

Um viva aqueles
que indigestos são seus nomes
a mesa de quem nos governam
um viva aqueles sem nome
um viva aqueles que mesmo farto
morrem de fome.

Fome de justiça,
fome de quem não come,
fome do homem
fome da mulher
Fome mesmo daqueles que não quer.

Dos que fingem estar morto,
torto...
mais torto de desgosto
um viva aqueles
um viva literalmente pra eles.

Mais quando expressar-se "VIVA...",
digamos um viva aos mortos
e aos vivos.
pois dos mortos,
tiramos o néctar da flor,
sim aquela flor do amor
QUE MESMO FRÁGIL,
suporta o mal,
e sacoleja o mundo.

E quando abalados pelos caprichos,
que ousam bater em nossas portas.
gritamos viva aos desalentos,
gritamos viva ao descontentamento,
que diante do vento,
visto que certamente
mudará o caprichoso tempo,
e ecoará mais uma vez o NOSSO VIVA.
VIVA...
MIL VEZES VIVAM...


Beto Nazário.

POR ONDE ANDA MEU PÁSSARO

Hoje enquanto dormia
sonhava
que de passos leves caminhava
quando de longe
um grande pássaro
me acompanhava.

E nas batidas de suas asas
simbolizavam
ilusões e angústias
maquiavelicamente incomodava.

Como sem nada
esse pássaro
derrepentemente
volta-se ao sol
e um açoite
ecoa no ar.

O encarnado passou a desbotar
os homens com telhados de vidros
com famintos interesses
negam-se a amar
negam-se a compartilhar.

E nas batidas das asas
do grande pássaro
me vi leve e confuso
através do seu voar
que mesmo junto
no arco-íris,
daltônico...
tive que me acostumar
é solitário o caminhar.

Vai amigo pássaro
e voa para bem longe
e quem sabe um dia
um dia quem sabe
poderemos nos encontrar.

E nas batidas de tuas asas
torna-ciei forte
o velho encarnado
como o azul do MAR.

"E TODOS OS ESTILINGUES VIRARAM SUTIS VIDRAÇAS."




Beto Nazário.

MULHER NORDESTINA HEROÍNA DESDE MENINA

Mulher

A Mulher Nordestina
heroína desde menina
apregada a mainha
como quem não quer nada
abnegada,
aprende a lidar
lidar com a vida,
com a vida lidar.

No entardecer do dia
bem mais tarde do que podia
aniquilada, mais não menos forte
à sorte fica a indagar
se um dia antes de morrer
como uma criança
vai poder brincar.

Nasce já como adulta
criada na labuta
o labor..é seu maior amor

Desperta muito cedim
cantando como um passarim
olê mulher rendeira
olê mulher rendar,
será que um dia
antes de morrer
como uma criança
vou poder brincar?

A mulher Nordestina
é mesmo uma heroína
desde de menina.

Nasce como uma planta
morre como uma flor
sem pétalas, sem rimas
dar seus frutos ao mundo
mais não desatina.

A Mulher Nordestina
desde de menina
é incansávelmente
uma verdadeira heroína...

Beto NazÁrio