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26 de jun de 2012

FUTEBOL, UMA ARTE QUE ESTREITAM CULTURAS

Os acasos sáo fenomenos jamais explicados, o fato de procurarmos algo especifico, não quer diser que não possamos encontrar algo que nos encante profundamente.

Ricardo Montoya à esquerda com o amigo ex-atleta de futebol Zé Roberto
 O empresário Espanhol Ricardo Montoya veio para o Brasil no intuito de investir no mercado imobiliário e, por ironia do destino, quando se deliciava nas bela práia de Tibau do Sul viu quatro criancas jogando na areia da práia encantadas com uma bola furada. O mesmo se aproximou e pediu para participar da brincadeira, foi de imediato aceito por todos.


Como num encantamento, mergulhou junto àquelas criancas em um mundo de desejos e sonhos. Montoya náo entendia aquele desejo, mas decidiu daquela hora em diante apostar nos meninos que o mundo  ainda  nao tinha dado nenhuma oportunidade idealizando de imediato o projeto Gol.

O projeto Gol nao tem fins lucrativos, se dedica exclusivamente em dar oportunidade a jovens de baixa renda a tentar de alguma forma realizar seus sonhos de um dia se tornarem um jogador de futebol profissional. Como não só bastava a boa vontade, Montoya ainda precisava de profissionais da área futebolistica, e convidou os ex-atletas Baíca e Mirabor ambos ex-ídolos do América Futebol Clube segunda forca de nosso futebol local.


os professores Mirabor segundo da esquerda e Baíca primeiro da direita

Os ex-atletas Baíca e Mirabor ja passaram por vários clubes do nosso país, chegando também a jogarem em campeonatos internacionais, como em Portugal e outros. Entáo unindo o útil ao agradável Montoya  e seus amigos vem fortalesendo cada vez mais esse projeto.







Acreditar no ser humano é simplesmente uma demostracao de amor e confianca pelo próximo, independentimente de sua origem e cultura, e o Espanhol Ricardo Montoya  é um exemplo vivo disso.

Parabéns ao Sr Ricardo Montoya e aos ex-atletas Mirabor e Baíca pelo maravilhoso projeto Gol.




Tenho dito,

Beto Nazário





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POEMAS DE BETO NAZÁRIO (VIVA, MIL VEZES VIVAM)

Um viva aqueles
que indigestos são seus nomes
a mesa de quem nos governam
um viva aqueles sem nome
um viva aqueles que mesmo farto
morrem de fome.

Fome de justiça,
fome de quem não come,
fome do homem
fome da mulher
Fome mesmo daqueles que não quer.

Dos que fingem estar morto,
torto...
mais torto de desgosto
um viva aqueles
um viva literalmente pra eles.

Mais quando expressar-se "VIVA...",
digamos um viva aos mortos
e aos vivos.
pois dos mortos,
tiramos o néctar da flor,
sim aquela flor do amor
QUE MESMO FRÁGIL,
suporta o mal,
e sacoleja o mundo.

E quando abalados pelos caprichos,
que ousam bater em nossas portas.
gritamos viva aos desalentos,
gritamos viva ao descontentamento,
que diante do vento,
visto que certamente
mudará o caprichoso tempo,
e ecoará mais uma vez o NOSSO VIVA.
VIVA...
MIL VEZES VIVAM...


Beto Nazário.

POR ONDE ANDA MEU PÁSSARO

Hoje enquanto dormia
sonhava
que de passos leves caminhava
quando de longe
um grande pássaro
me acompanhava.

E nas batidas de suas asas
simbolizavam
ilusões e angústias
maquiavelicamente incomodava.

Como sem nada
esse pássaro
derrepentemente
volta-se ao sol
e um açoite
ecoa no ar.

O encarnado passou a desbotar
os homens com telhados de vidros
com famintos interesses
negam-se a amar
negam-se a compartilhar.

E nas batidas das asas
do grande pássaro
me vi leve e confuso
através do seu voar
que mesmo junto
no arco-íris,
daltônico...
tive que me acostumar
é solitário o caminhar.

Vai amigo pássaro
e voa para bem longe
e quem sabe um dia
um dia quem sabe
poderemos nos encontrar.

E nas batidas de tuas asas
torna-ciei forte
o velho encarnado
como o azul do MAR.

"E TODOS OS ESTILINGUES VIRARAM SUTIS VIDRAÇAS."




Beto Nazário.

MULHER NORDESTINA HEROÍNA DESDE MENINA

Mulher

A Mulher Nordestina
heroína desde menina
apregada a mainha
como quem não quer nada
abnegada,
aprende a lidar
lidar com a vida,
com a vida lidar.

No entardecer do dia
bem mais tarde do que podia
aniquilada, mais não menos forte
à sorte fica a indagar
se um dia antes de morrer
como uma criança
vai poder brincar.

Nasce já como adulta
criada na labuta
o labor..é seu maior amor

Desperta muito cedim
cantando como um passarim
olê mulher rendeira
olê mulher rendar,
será que um dia
antes de morrer
como uma criança
vou poder brincar?

A mulher Nordestina
é mesmo uma heroína
desde de menina.

Nasce como uma planta
morre como uma flor
sem pétalas, sem rimas
dar seus frutos ao mundo
mais não desatina.

A Mulher Nordestina
desde de menina
é incansávelmente
uma verdadeira heroína...

Beto NazÁrio