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8 de dez de 2015

"ABSURDO" EM PLENA ERA CIRBERNETICA, CIDADÃ DA CIDADE DE NISIA FLORESTA, TEM BEBÊ NA ESTRADA POR FALTA DE UM HOSPITAL PUBLICO LOCAL


Dr Edivaldo Nascimento, mais uma vez fica indignado com as péssimas condições da saúde em Nísia Floresta, e solta o verbo contra prefeitura do município.

foto meramente ilustrativa
O Dr Edivaldo, depois de tomar conhecimento, que uma moradora de Nísia Floresta, ao entrar em trabalho de parto procurou todos os postos de sde da cidade , onde os poucos que tem estavam literalmente fechados.  


Segundo informações de populares, a moradora ainda tentou chegar na cidade de Natal, onde com certeza encontraria um hospital público, mas não dando tempo, infelizmente teve se bebê na estrada ou mais precisamente na via costeira, onde pediu socorros na companhia de policiamento e Atendimento aos Turista (CIPTUR/PMRN), que de pronto tomaram a responsabilidade para se e realizaram o parto, e que diga-se de passagem, com muita destreza e  louvor.

O Dr Edivaldo, logo que soube resolveu botar a boca no mundo e denunciar, pois segundo o mesmo, estamos em plena era da evolução, e não pode-se aceitar tais fatos que corriqueiramente vem acontecendo na cidade de Nísia Floresta.

É lamentável, e fica aqui nossa indignação contra a prefeitura de Nísia Floresta, pois o único culpado por tais acontecimento é a administração publica da cidade, um vez que, vergonhosamente ainda não tem um hospital publico para seus moradores.

"Quem tem boca vai a Roma" já dizia o dito popular, e esse Dr Edivaldo, pelo anda da carruagem vai longe, porque é um pente fino esse cidadão, e por ele não passa nada.


Tenho dito,


Beto Nazário






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POEMAS DE BETO NAZÁRIO (VIVA, MIL VEZES VIVAM)

Um viva aqueles
que indigestos são seus nomes
a mesa de quem nos governam
um viva aqueles sem nome
um viva aqueles que mesmo farto
morrem de fome.

Fome de justiça,
fome de quem não come,
fome do homem
fome da mulher
Fome mesmo daqueles que não quer.

Dos que fingem estar morto,
torto...
mais torto de desgosto
um viva aqueles
um viva literalmente pra eles.

Mais quando expressar-se "VIVA...",
digamos um viva aos mortos
e aos vivos.
pois dos mortos,
tiramos o néctar da flor,
sim aquela flor do amor
QUE MESMO FRÁGIL,
suporta o mal,
e sacoleja o mundo.

E quando abalados pelos caprichos,
que ousam bater em nossas portas.
gritamos viva aos desalentos,
gritamos viva ao descontentamento,
que diante do vento,
visto que certamente
mudará o caprichoso tempo,
e ecoará mais uma vez o NOSSO VIVA.
VIVA...
MIL VEZES VIVAM...


Beto Nazário.

POR ONDE ANDA MEU PÁSSARO

Hoje enquanto dormia
sonhava
que de passos leves caminhava
quando de longe
um grande pássaro
me acompanhava.

E nas batidas de suas asas
simbolizavam
ilusões e angústias
maquiavelicamente incomodava.

Como sem nada
esse pássaro
derrepentemente
volta-se ao sol
e um açoite
ecoa no ar.

O encarnado passou a desbotar
os homens com telhados de vidros
com famintos interesses
negam-se a amar
negam-se a compartilhar.

E nas batidas das asas
do grande pássaro
me vi leve e confuso
através do seu voar
que mesmo junto
no arco-íris,
daltônico...
tive que me acostumar
é solitário o caminhar.

Vai amigo pássaro
e voa para bem longe
e quem sabe um dia
um dia quem sabe
poderemos nos encontrar.

E nas batidas de tuas asas
torna-ciei forte
o velho encarnado
como o azul do MAR.

"E TODOS OS ESTILINGUES VIRARAM SUTIS VIDRAÇAS."




Beto Nazário.

MULHER NORDESTINA HEROÍNA DESDE MENINA

Mulher

A Mulher Nordestina
heroína desde menina
apregada a mainha
como quem não quer nada
abnegada,
aprende a lidar
lidar com a vida,
com a vida lidar.

No entardecer do dia
bem mais tarde do que podia
aniquilada, mais não menos forte
à sorte fica a indagar
se um dia antes de morrer
como uma criança
vai poder brincar.

Nasce já como adulta
criada na labuta
o labor..é seu maior amor

Desperta muito cedim
cantando como um passarim
olê mulher rendeira
olê mulher rendar,
será que um dia
antes de morrer
como uma criança
vou poder brincar?

A mulher Nordestina
é mesmo uma heroína
desde de menina.

Nasce como uma planta
morre como uma flor
sem pétalas, sem rimas
dar seus frutos ao mundo
mais não desatina.

A Mulher Nordestina
desde de menina
é incansávelmente
uma verdadeira heroína...

Beto NazÁrio