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10 de jul de 2016

Dr Edivaldo, de uma vida simples a medicina

Dr. Edivaldo Nascimento é o médico da família, fazendo da medicina uma amizade sincera junto a população de Nísia Floresta.


Como não poderia ser diferente o BLOQUEIXAS POPULAR logo após saber da magnifica história de vida do Dr Edivaldo Nascimento, o moleque simples, natural da zona rural da cidade de Nísia Floresta que se tornou Doutor, fomos em busca de sabermos mais sobre essa figura. 






Tratava-se de uma criança comum, cresceu como todas as outras da região, sonhando em um dia ser alguém na vida e poder ajudar seus conterrâneos.






Acompanhava com muita tristeza a angustia e o sofrimento daquele povo, e ainda criança prometera a seus pais um dia poder trazer dias melhores para aquela região. 

Logo cedo, ainda rapazinho, veio estudar em Natal, pois em Nísia Floresta, assim como até hoje o ensino é muitíssimo precário, infelizmente. 

O Dr Edivaldo Nascimento é uma pessoa simples e como um bom Nordestino sempre gostou de sua região e dos costumes locais, 

Depois de muita labuta, atingindo a maior idade, entrou para as fileiras do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar/RN, onde exerceu a função de salva-vidas  e  depois como patrulheiro nas viaturas pelas ruas de Natal por alguns anos.  

Mesmo satisfeito com sua profissão, se deparava com as limitações do próprio trabalho e sabia que precisava ser algo mais para cumprir com a promessa feita a seus pais.

Ingressou como estudante de Medicina    na Universidade Potiguar do Rio Grande do Norte, concluindo com todos os méritos inerentes a um bom acadêmico, e hoje além de clínico geral no Governo do Estado é médico emergencista da unidade SAMU.


A persistência e a dedicação  se tornaram marcas registradas nesse rapaz, onde depois de muita luta chegou onde humildemente se encontra. 


Dr Edivaldo o terceiro da esquerda para direita, Foto de conclusão de curso de Medicina

Hoje realiza trabalhos sociais de muita importância dentro da cidade e na zona rural, fazendo visitas aos moradores mais distantes, atendendo jovens e principalmente a idosos que infelizmente nunca tiveram a proteção do Estado


Tenho Dito,

Beto Nazário



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POEMAS DE BETO NAZÁRIO (VIVA, MIL VEZES VIVAM)

Um viva aqueles
que indigestos são seus nomes
a mesa de quem nos governam
um viva aqueles sem nome
um viva aqueles que mesmo farto
morrem de fome.

Fome de justiça,
fome de quem não come,
fome do homem
fome da mulher
Fome mesmo daqueles que não quer.

Dos que fingem estar morto,
torto...
mais torto de desgosto
um viva aqueles
um viva literalmente pra eles.

Mais quando expressar-se "VIVA...",
digamos um viva aos mortos
e aos vivos.
pois dos mortos,
tiramos o néctar da flor,
sim aquela flor do amor
QUE MESMO FRÁGIL,
suporta o mal,
e sacoleja o mundo.

E quando abalados pelos caprichos,
que ousam bater em nossas portas.
gritamos viva aos desalentos,
gritamos viva ao descontentamento,
que diante do vento,
visto que certamente
mudará o caprichoso tempo,
e ecoará mais uma vez o NOSSO VIVA.
VIVA...
MIL VEZES VIVAM...


Beto Nazário.

POR ONDE ANDA MEU PÁSSARO

Hoje enquanto dormia
sonhava
que de passos leves caminhava
quando de longe
um grande pássaro
me acompanhava.

E nas batidas de suas asas
simbolizavam
ilusões e angústias
maquiavelicamente incomodava.

Como sem nada
esse pássaro
derrepentemente
volta-se ao sol
e um açoite
ecoa no ar.

O encarnado passou a desbotar
os homens com telhados de vidros
com famintos interesses
negam-se a amar
negam-se a compartilhar.

E nas batidas das asas
do grande pássaro
me vi leve e confuso
através do seu voar
que mesmo junto
no arco-íris,
daltônico...
tive que me acostumar
é solitário o caminhar.

Vai amigo pássaro
e voa para bem longe
e quem sabe um dia
um dia quem sabe
poderemos nos encontrar.

E nas batidas de tuas asas
torna-ciei forte
o velho encarnado
como o azul do MAR.

"E TODOS OS ESTILINGUES VIRARAM SUTIS VIDRAÇAS."




Beto Nazário.

MULHER NORDESTINA HEROÍNA DESDE MENINA

Mulher

A Mulher Nordestina
heroína desde menina
apregada a mainha
como quem não quer nada
abnegada,
aprende a lidar
lidar com a vida,
com a vida lidar.

No entardecer do dia
bem mais tarde do que podia
aniquilada, mais não menos forte
à sorte fica a indagar
se um dia antes de morrer
como uma criança
vai poder brincar.

Nasce já como adulta
criada na labuta
o labor..é seu maior amor

Desperta muito cedim
cantando como um passarim
olê mulher rendeira
olê mulher rendar,
será que um dia
antes de morrer
como uma criança
vou poder brincar?

A mulher Nordestina
é mesmo uma heroína
desde de menina.

Nasce como uma planta
morre como uma flor
sem pétalas, sem rimas
dar seus frutos ao mundo
mais não desatina.

A Mulher Nordestina
desde de menina
é incansávelmente
uma verdadeira heroína...

Beto NazÁrio